sexta-feira, 16 de março de 2012
Foto tirada em Primeiro de Maio-Pr.
Conhecida como tesoura, tesoureira e tesourinha-do-campo. A tesourinha é um ave passeriforme da família Tyrannidae. Migrante inconfundível, onde passa em grupos de até centenas de indivíduos, em concentrações típicas nos meses de setembro e outubro. Dormem em uma mesma árvore ou árvores próximas quando estão migrando, seja em áreas naturais, seja em áreas urbanas.
Suas características: Apesar de não ser colorida, a leveza e graça do vôo, bem como a distribuição de cores são muito chamativas. O capuz é negro e apresenta no meio do píleo uma coloração amarela, na maioria das vezes escondido, distingui-se contra a gargantas e partes inferiores brancas. Dorso cinza uniforme, com destaque para a longa cauda. Mais comprida nos machos, diferença visível quando as aves estão próximas, é maior do que o próprio corpo. O formato de origina os nomes comuns. Há um discreto dimorfismo sexual (termo usado para designar diferenças na aparência de machos e fêmeas), sendo que os machos possuem um prolongamento grande da cauda, especialmente das duas penas mais externas. Sua voz, com as cerimônias: “tzig” (chamada), seqüência apressada “tzig-tzig-zizizi…ag, ag, ag, ag” (canto) que emite pousado ou em vôo, deixando-se cair em espiral, com a cauda largamente aberta e a posição das asas lembrando um para-quedas.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O surucuá-variado (Trogon surrucura) é uma ave trogoniforme da família Trogonidae. Também conhecido como surucuá-de-peito-azul, perua-choca, pata-choca (MG) e peito-de-moça.
rogon surrucura surrucura (registrada do sul de Mato Grosso e Goiás, Rio de Janeiro e Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, nordeste da Argentina e Paraguai) possui barriga vermelha e pálpebras laranjas;
Alimenta-se de insetos, vermes, moluscos e frutas especialmente do palmito-jussara.
Nidifica em cupinzeiros arbóreos, com o casal escavando o cupinzeiro íntegro. Nascem em média 2 filhotes, que vocalizam o tempo todo, mesmo quando os pais não os estão alimentando (Observação pessoal).
Já denominada de Araucaria brasiliensis, o pinheiro-do-Paraná, ou simplesmente "araucária", é uma elegante árvore, com copa em forma de taça, característica das florestas úmidas e de climas mais amenos do sul do Brasil. Todos conhecem seus "frutos", o famoso pinhão. Esta bela árvore já foi mais comum na região do Planalto Paulistano mais ainda empresta sua graça à paisagem de nossa região.
Sua semente, o popular "pinhão" das festas de junho, era uma das bases da alimentação dos indígenas ou aborígenes do sul, que conheciam várias formas de consumo e conservação. Seus pinhões são também muito apreciados por animais. A gralha-azul, pássaro típico das florestas de pinhais, dissemina a espécie quando esconde, enterrando os pinhões, para consumi-los depois. Os pinhões esquecidos vão produzir as novas árvores.
É espécie dióica (duas casas do grego; di, dois ou duas e oikos, casa), possuindo árvores de sexo separado, masculinas e femininas. O segundo nome da espécie, "angustifolia", do latim, lembra angústia ou dor, pelas suas folhas pontiagudas, que machucam como uma agulha.
Sua madeira de boa qualidade é excelente para vários usos, tendo sido produto comercial e de exportação do país. Isto levou à criação do extinto Instituto Nacional do Pinho, um dos nossos primeiros órgãos de controle florestal, o qual, juntamente com outros órgãos de pesquisa ou controle da exploração florestal, deram origem ao IBDF, atual IBAMA. No entanto, o extrativismo durante centenas de anos quase levou a espécie à extinção. Atualmente é protegida por lei, sendo plantada comercialmente para obtenção de pasta de celulose e madeira.
No caso de nossa região, há uma discussão científica, no meio de botânicos e fitogeográfos, se a araucária seria de ocorrência natural ou plantada pelo homem. Estudos que estamos realizando na região do Morro Grande, têm demonstrado que a espécie, além de plantada, ocorre naturalmente na região, com populações de pinhões menores e mais espessos. As plantadas normalmente são oriundas do sul (PR, SC ou RS), e têm pinhões mais longos e finos, muito provavelmente já cruzando com as naturais.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Na agitação acelerada de nossas cidades, o corre corre, o trabalho, os compromissos, ninguém tem tempo mais para nada e nem de esperar com paciência no trânsito. Cada dia parece que as horas, os dias, as semanas e o ano passam muito rápido e qualquer minuto vale dinheiro.
Por isso, quando vemos uma paisagem como essa, dá vontade de tirar umas férias e ficar pelo menos 15 dias isolado, só escutando o barulho do vento nas árvores e os cantos dos pássaros. Com certeza é uma terapia e tanto. Pratiquem isso.
O pica-pau-branco é uma ave piciforme da família picidae. Também é conhecido como birro ou cri-cri, sendo estes nomes referentes ao seu canto.
Características: Mede 28,5 cm. Cabeça, pescoço, partes inferiores e dorso inferior brancos; barriga amarela; macho com a nuca amarela; costas, asas e cauda negras; linha negra que desce dos olhos até as costas; região perioftálmica nua e amarelo-alaranjada.
Alimentam-se de insetos e suas larvas, sementes, frutos e mel. Caçam insetos, especialmente sob a casca. Atacam ninhos de marimbondos e vespas. Nessas ocasiões, é notável como esses insetos voam próximos ao pica-pau, sem atacá-los com seus ferrões. Procuram, avidamente, as larvas nas casas de marimbondo, destruindo-as por completo. Abre ninhos de abelhas indígenas como a irapuá (Trigona spinipes), para deles retirar larvas e adultos, prestando importante serviço aos citricultores pois a irapuá causa prejuízo à produção de cítricos, uma vez que corta com suas mandíbulas os botões florais, impedindo a formação de frutos. Ataca também cupinzeiros arborícolas e vem ao solo para capturar formigas. Além de insetos, alimentam-se de frutos, inclusive plantas cultivadas em pomares, como mamão, laranja, bananas, etc.Presente em campos da foz do Rio Amazonas e na região de Óbidos, estendendo-se para as regiões campestres de todo o Brasil. Encontrado também no Suriname, Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai. Essa foto foi tirada em Arapongas, Paraná, Brasil.
O pôr do sol é normalmente mais brilhante do que o nascer do sol, pois a matiz de vermelho e laranja são mais vibrantes. A atmosfera responde de diversas formas à exposição da luz solar. Em particular, no final do dia, a atmosfera tende a reter uma quantidade maior de partículas em suspensão do que no início do dia. Durante o dia, o sol aquece a superfície terrestre, diminuindo assim a umidade do ar e aumentando a velocidade e a turbulência dos ventos, o que acaba por levantar a poeira para o ar. Contudo, as diferenças entre o nascer do sol e o pôr do sol, em alguns casos, também dependem das peculiaridades geográficas do local de onde o evento esta sendo observado. Um bom exemplo é a observação em uma praia onde o Sol nasça no oceano e se ponha no continente.
Como a luz do Sol sofre um desvio gerado pela atmosfera, o sol ainda pode ser visto depois de já estar atrás do horizonte físico. Este efeito também se manifesta durante o nascer do sol. Outra curiosidade gerada pela distorção da luz solar pela atmosfera é que o sol também aparenta ser maior no horizonte, uma ilusão de ótica similar a que ocorre com a Lua.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Moro numa cidade que todas as ruas tem nome de pássaro e sempre tive curiosidade de descobrir como eram esses pássaros e com o site do www. wikiaves.com.br foi fácil. A cada pássaro que via, lembrava da respectiva rua. Começei a fotografar através do Amigo Fotógrafo de Pássaros Vanildo C. Muzzi. Comprei uma camera melhor e agora sou um amante da natureza, saio sozinho, com amigos ou com minha família e a qualquer hora estou observando para ver se encontro uma espécie nova.
Fotografar aves é se desafiar, é testar a sua capacidade técnica em condições imprevisíveis e frequentemente desfavoráveis. Fotografar aves é aproximar-se delas, entendê-las, explorar os limites de nossos próprios instintos. É surpreender-se com o acaso que a cada momento pode lhe trazer uma nova espécie, novas cores, novas formas, novos cantos, vôos, comportamentos, contemplar, inebriar-se, encantar-se, reapaixonar-se pela vida. Fotografar aves é fazer arte, aproximar-se de "Deus".
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